Tecnologia promocional e a vida real

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Há quanto tempo você não escreve uma carta à mão, vai até a uma agência dos Correios, posta e envia a um amigo, um parente próximo, a um amor? E sobre as manifestações em favor da liberdade no Oriente Médio? Tudo sem sair da cadeira: que beleza, não? Possível que eu tenha feito também, pois são tantas que a gente esquece de quais participou.

Quantos amigos você tem no Face e quais você já apertou a mão ou deu um abraço? Conhece seus rostos além das fotos postadas? Quantas horas passa diante de uma tela, seja de computador ou de televisão? Ou ainda do seu celular altamente tecnológico? Para comprar algo você prefere o e-commerce?

Escolhe e compra tickets para cinema, teatro, futebol, restaurantes, tudo através da internet. A modernidade e a sofisticação das tecnologias modernas trouxeram o pressuposto da comodidade, segurança e redução de insumos básicos, como energia, combustíveis fósseis, entre outros. (A verdade é que nunca se consumiu tanta energia, nem tanto combustível como hoje).

Num crescente objetivo de substituir aos poucos a vida real, os meios digitais vieram para ficar. Há um certo orgulho das pessoas em fazer parte de estatísticas que garantem que um indivíduo leva em média 18 horas por dia diante de uma variedade quase infinita de gadgets que cada vez mais aprisionam as pessoas em casa, escritórios, veículos, restaurantes até na praia e no campo de futebol. Enfim, a tecnologia veio para seduzir a todos com suas facilidades, seus acessos incríveis aos diversos setores da sociedade moderna. Até aqui estamos combinados.

Os prognósticos Sombrios

A se confirmar os cenários possíveis traçados para o nosso velho mundo, haverá um momento em que as pessoas vão precisar se socializar ainda mais. Vai faltar água, vai faltar energia, o alimento vai se tornar escasso e as pessoas precisam se tornar próximas, solidárias.

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Um dos exemplos dos primeiros sinais de que as pessoas começam a sentir a necessidade de sair de suas tocas e se reunir de novo, é que os conhecidos “jogos de tabuleiro” vêm apresentando uma incrível performance. A prova disso é o crescimento no Brasil da maior fabricante de brinquedos do mundo e de seus concorrentes mundiais e locais.

Além disso, há o convívio, a necessidade do toque, do afeto, da presença física. Receber lindos votos de parabéns pelo Facebook é legal. Mas, não é frio? BBM, SMS, e-mail? Frios.

Do mesmo modo, participar de ações promocionais através da internet ou da tela de um celular, que devolve um código para você entrar num hotsite (olha você outra vez diante da telinha), pode até ser prático, mas onde fica a experiência real com a marca, com o produto?

O que a Tecnologia Promocional tem a ver com isso?

Defendo uma tese – comprovada em inúmeras campanhas realizadas – que temos que trazer as marcas à vida, fazê-las conviver com o seu público, na vida real. Oferecendo possibilidades de experiências positivas, enriquecedoras, além de poder sentir a emoção de saber na hora se ganhou e o que ganhou de premiação.

Assim, o mais importante é trazer as pessoas para o mundo real, utilizando todas as plataformas de Mobilidade, Digitalização, Conectividade como geradoras de soluções promocionais. A questão que aqui se coloca é: como transformar essas maravilhosas plataformas em ideias criativas de resultado?

Imagine a sensação de passar o seu cartão de débito ou crédito e a máquina já imprimir um ticket com a notícia do seu prêmio, na hora? Ou, no momento mágico do Natal, poder premiar pessoas através do simples toque no celular ou ligar completamente um carro aqui ou na China e comemorar seu prêmio no meio das pessoas em volta?

Ou ainda estar com milhares de pessoas em um parque e lá iluminar uma árvore de Natal e já saber na hora se ganhou o prêmio? Ou fazer a recarga do seu celular e ver na tela em tempo real e imediata qual foi a sua premiação? Clientes como a Pirelli, a Claro, a Chevrolet, o Banco do Brasil, entre poucas e admiradas marcas já fazem assim.

Muita gente ainda permanece isolada, em suas cadeiras, fechados nas redes sociais. O que fazemos é trabalhar para que elas saiam de seus esconderijos e venham para a vida, respirar, conhecer pessoas.

A tecnologia está ficando muito chata se nós não a utilizarmos para fazer com que as pessoas se relacionem, vivam. Vamos aproveitar esse mundo de aparatos que já temos disponível para acabar com esse isolamento!

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